Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
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Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011
Teimosia?!
Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010
O fantasma da Ex
"Dificilmente você namora ou está enrolado com uma pessoa 0 km. Seu grande amor provavelmente já teve um outro grande amor antes de você, assim como você tem alguma quilometragem percorrida também. Normal. O problema é quando o ex do seu amor não ficou no passado: ainda ronda o presente.
Você achava que ele estava morto e enterrado, mas que nada, o fantasma ainda assombra. Manda e-mails pro seu amor, telefona de vez em quando, surge nos mesmos lugares em que vocês estão. Uma praga. Vocês construíram uma relação supersólida, está tudo indo mais do que bem, não há motivo para desconfiança ou insegurança.
Mas até quando? O ser humano é saudosista por natureza. De repente, num momento de carência, você pode não estar por perto e o seu amor se deixar levar por uma sessão nostalgia. Quem garante que não?
Ninguém garante nada nesta vida. Mas não vejo muita razão para alguém se preocupar demasiadamente com os ex. Eles já tiveram sua vez. Por alguma razão, não deu certo. Eu sei, eu sei, isso não quer dizer absolutamente nada, os dois podem ter continuado a se amar mesmo assim, eles podem ter deixado arestas por apontar, eles podem ter coisas entaladas na garganta para dizer um ao outro. Brrrrr. Assustador. Mas também é muito provável que, se eles tentarem de novo, vão esbarrar nos mesmos problemas que os fizeram separar. Ex é prato requentado. Quase um parente.
Eu não tenho fobia com ex, ao menos não com um ex que tenha sido bem vivido, bem curtido. Fico mais apreensivo em relação àqueles que podem vir a ser casos passageiros, aventurazinhas bobas, mas que podem surpreender. Não temo fantasmas, temo gente bem viva, bem acordada, oferecendo novidades, fantasias. Ex é um direito adquirido. Chegou antes. Tem privilégios. Merece respeito. E se seu grande amor cair nessa armadilha, terminar com você e voltar para o passado, relaxe, não se apavore. Será sua vez de assombrar. O ex agora é você."
Martha Medeiros
Terça-feira, 29 de Junho de 2010
custa, custa muito, pois custa, sabes que custa (...)

"Espero por ti aqui, bem junto do meu corpo, sem qualquer traje, para que possas relembrar mais tarde... Gosto tanto de ti!"
Até custa a arrancar com a escrita desta noite com os olhos aguados, tentando ler as letras desfocadas, custa mais ter que arrancar do nosso coração o amor que foi cá depositado recentemente. Entrou sem autorização, foi aceite sem mas nem meio mas, foi aceite simplesmente pelo primeiro olhar, esse olhar já dizia mais do que convinha…
Custa ter que arrancar as recordações, tudo o que já foi, todas as brincadeiras, sorrisos e olhares cúmplices, como é natural - mas mais natural era o carinho que nutria por ti. Também eu pensava que era natural perdurar um amor assim, mas basta o “medo” para afundar tudo, não vou adiantar mais nada sobre o medo, farta de medos estou eu.
Sabes que custa também o cansaço de remar tanto para não chegar a lugar algum, custa tanto olhar para trás e ver o nosso barco só a um metro da linha de partida. Mas te garanto que nunca me passou pela cabeça em desistir nem nunca perdi a esperança de o barco aumentar a sua velocidade, ou assim dizendo, a tua vontade de remar em direcção ao caminho de ambos. Aprendi o suficiente para saber que no infinito tudo se toca quando se ama, que só cá chega “quem não tem medo de naufragar”. Como sempre ouvi dizer, gostar de alguém é complicado e mexe com tudo o que somos. Tenho saudades da ingenuidade dos primeiros dias. Era aí que sentia puro amor, e eu quero sentir amor de novo, de ti (...)
Se ao menos eu pudesse esvaziar os pensamentos com um grito, se a voz deitasse cá para fora toda a angústia que sinto neste e deste momento, talvez não custasse tanto a arrancar, não achas? O erro foi eu ter acreditado nas coisas porque queria que elas acontecessem, e não porque tenha visto que elas existiam de facto! Não sei se te perdi ou se me perdi, não sei se foste tu que me perdeste ou fui eu que te perdi, não interessa mais agora, pois não, o que é certo é que um dia nos encontrámos. Custa arrancar as últimas palavras sentidas por este fraco coração, custa, custa muito, pois custa, sabes que custa (…)
Quinta-feira, 24 de Junho de 2010
Amor, Medo ou Saudade?

Apesar de estar tudo interligado, destas três opções vou primeiro falar sobre o que sei sobre o medo. O medo que tinha em te perder, o medo que tinha em te desiludir, o medo que sentia quando algo estava mal, o medo de te prender sem querer, o medo de não ser suficiente para ti, o medo de errar, o medo de te deixar cair, de te esfolar o coração… Não quero ter esses medos, não quero viver o tempo que nos está reservado cheia de medos, só não te quero deixar ficar mal. Queria poder ter todas as certezas que esses medos não passariam de isso mesmo, medos! Mas também sinto amor, mesmo no meio desses medos todos, eu sinto amor! Sinto saudades, e as saudades doem, e mesmo na dor eu sinto amor. “A casa da saudade chama-se memória: é uma cabana pequenina a um canto do meu coração”. Preciso de ti, fazes-me falta, a saudade vem ao de cima e depois vem o medo da possibilidade de não voltares, como vês, estou sempre com medo. Sou fraca, só me sinto forte quando me abraças ou simplesmente me agarras na mão. Mas só o facto de saber que existes faz-me sentir forte para suportar todos os medos e a tristeza da tua ausência. Queria poder sentir-me segura entre os teus braços, não ter medo, entendes? Eu sei que me entendes, não há ninguém que me entenda tão bem como tu, por isso tenho medo que um dia deixes de me entender. Neste momento o meu medo é que tudo o que foi e é vá em vão, não quero, sei que não tenho que querer ou não, mas tenho medo. Mesmo que exista algo bom no dia de amanhã, eu vou-me sentir triste, por ter medo que o dia acabe. E agora, tenho medo que não exista algo bom amanhã, que exista algo menos bom. Tenho medo de me ir deitar e não conseguir dormir com as páginas das nossas recordações a passarem-me diante da mente. Por isso mesmo estou aqui a despejar tudo o que sinto neste momento, a mergulhar nos meus medos até bater com a cabeça bem lá no fundo. Quando finalmente vou conseguir adormecer tenho medo de acordar, ter que enfrentar um novo dia onde poderá ocorrer o que mais temo - medo de te perder – tu entendes-me, eu sei, por enquanto sim! Eu comecei por limpar o meu coração e a abrir um novo caminho pa
